A obra “O infinito é feminino” traz a tona um momento de entendimento pleno da artista enquanto mulher, um processo nem sempre tão claro que a primeira vista parece se dar em um estalar de dedos pela simplicidade do fato, que de simples não há nada.
Um devaneio que caiu no meu colo quando completei 2 décadas nesse solo.
Uma plenitude onde há dor, a vontade é de se agarrar a esse segundo regado à aceitação e um tanto de alienação, e não voltar mais ao entendimento que o mundo fora do meu eu entende como o arquétipo da mulher.
Uma obra refúgio.
O infinito é feminino
Uma serie de 6 fotografias instantâneas documentando o ciclo de floreio de uma roseira que se encontra em baixo do meu apartamento, a última foto da série foi modificada manualmente com caneta permanente branca com um dizer.