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Realização, câmera, edição e pós-produção.
O trabalho, em seu conjunto, aborda, primeiramente, um pensamento poético sobre o espaço, na sua estrutura mais simples – os cantos, o centro e o verso – e o que seriam estes locais na nossa atual percepção multifacetada do espaço. Em um segundo momento, explora a relação ambígua que existe na língua portuguesa nas palavras canto e verso, ora com sentido espacial, ora com sentido poético.
No Instituto Tomie Ohtake, Verso (Meu Ouro, Deixo Aqui) traz seu processo de criação, com mais de cem desenhos que o artista realiza durante o desenvolvimento do trabalho, e uma instalação com mármore de carrara, ouro e projeção.

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Verso (Meu Ouro, Deixo Aqui), 2014