Como nascem os Unicórnios

Catarina

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Como nascem os Unicórnios

Um unicórnio também sente

Os unicórnio são como nós, nascem, crescem e morrem, no entanto de forma diferente. Estes nascem, não de um pai ou de uma mãe, mas do arco-íris. Aquele pote que se suspeitava ter moedas, afinal é apenas rico em imaginação e é lá que eles nascem. Um dia, uma cavalo apaixonou-se por um arco-íris, e o arco-íris lançou um sinal, mil cores para o céu, de que também estava muito interessado. Passaram longos dias juntos a conhecerem-se, a sorrir, a saltar de vale em vale, de cidade em cidade, até ao dia que o amor, que ambos sentiam, foi mais longe e tiveram a sua primeira noite de amor juntos. 4 meses depois nasceu o primeiro unicórnio, vindo de dentro daquele pote mágico que o arco-íris transporta. As cores no céu, nesse dia, mudaram. Os arcos transformaram-se em cores mais nítidas e cheias de purpurinas. O primeiro unicórnio explodia assim, para fora, para este mundo real que só é feito de uma imaginação muito fértil e colorida. A primeira palavra dele foi LOL, ele só dizia LOL porque ria muito e estava sempre muito feliz. A segunda foi LIKE, LIKE para aqui, LIKE para acolá.

Depois, o primeiro unicórnio cresceu no nosso imaginário e flutuo pelas nossas vidas. Alimentam-se de sonhos e gelados coloridos. São ricos em cores e férteis em poderes mágicos e muito atrativos. No entanto, um unicórnio também sente, por isso nunca digam que eles não existem!

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Lisboa, Portugal
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