Este projeto explora da história do hip-hop, abrangendo suas seis décadas, onde se assume o livro como um objeto de manifesto, transcendendo as normas convencionais de legibilidade, e do uso da tipografia. O livro divide-se em dois tipos de layout: páginas dedicadas à história e aos artistas (onde se assume uma intenção mais informativa e textual), e aquelas dedicadas às músicas, onde se a tipografia como elemento central, adotando uma expressão rítmica que espelha a natureza dinâmica e pulsante do próprio hip-hop . A solidez e imponência física do livro transmitem visualmente o peso do conteúdo, servindo como metáfora para a gravidade histórica e social inerente à narrativa do hip-hop.
BITCH DON'T KILL MY VIBE
Livro sobre o contexto politico e social do Hip-hop, composto por 500 páginas onde se assume o próprio livro como um objeto de manifesto. O objetivo principal é a exploração rítmica da tipografia.